Grande explosão atinge área portuária de Beirute; governo cita ‘alto número de feridos’

Não há ainda informação sobre a causa do impacto. A explosão aconteceu perto de um terminal na zona portuária. Segundo o ministro da Saúde, há um grande número de feridos.

Pessoas pelas ruas depois de explosão em Beirute, Líbano — Foto: Hassan Ammar/AP

Uma explosão aconteceu numa região portuária de Beirute, no Líbano, nesta terça-feira (4) , informam redes de TV locais e testemunhas do incidente em redes sociais. Imagens postadas no Twitter mostram uma grande coluna de fumaça sobre a cidade.

Há ao menos dez mortos, informou a agência Reuters, que ouviu fontes médicas e de segurança do país.

Ainda não há detalhes sobre a quantidade de feridos ou qual seria a causa da explosão. Apesar de o país já ter sido alvo de terroristas e viver período de instabilidade política, não há evidência ainda de que se trate de um atentado terrorista.

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/08/04/explosao-em-beirute.ghtml

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Suzano está entre as 100 empresas com melhor responsabilidade e governança corporativa no Brasil

TRÊS LAGOAS (MS) A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, está entre as 100 empresas do Ranking Merco de Responsabilidade e Governança Corporativa 2019, divulgado anualmente pelo Monitor Empresarial de Reputação Corporativa. Esta é a sexta edição do levantamento, que analisa as empresas mais responsáveis e com melhor governança corporativa no Brasil.

Foto: A empresa Suzano tem operações em Três Lagoas (MS). Rádio Caçula.

A avaliação reúne a percepção de mais de 4 mil pessoas entre diretores de empresas, especialistas, consumidores e a população de modo geral, bem como técnicos da Merco que avaliam os principais indicadores das empresas escolhidas. A Suzano ocupou a 80ª colocação no levantamento geral, o que representa um avanço de 19 posições em relação ao estudo de 2019.

O ranking considera cinco valores principais, como comportamento ético, transparência e boa governança, responsabilidade com os funcionários, compromisso com o meio ambiente e mudanças climáticas e contribuição à comunidade.

A Merco é uma organização espanhola de grande reconhecimento no mercado ibero-americano e se tornou um dos monitores de reputação de referência no mundo, atuando em países como Espanha, Colômbia, Chile, Argentina, Equador, México, Peru e Brasil.

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

https://www.radiocacula.com.br/noticias/economia/suzano-esta-entre-as-100-empresas-com-melhor-responsabilidade-e-governanca-corporativa-no-brasil

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Tempos desafiadores impõem disciplina e agilidade na Gestão de Riscos

Gestão Estratégica - Política e Plano de Gestão de Riscos do TRT ...

Com o novo vírus se espalhando rapidamente, nenhuma organização está imune a seus efeitos. Mudanças no estilo de trabalho, redefinição de prioridades e a insegurança pairando no ar. As ameaças são inerentes a todos e, quando falamos sobre riscos, existem aqueles que conseguimos prever e evitar e os que nos surpreendem e nos forçam a atuar rapidamente para minimizar no que for possível seus impactos nos negócios.

Sabendo disso, fica evidente a necessidade de as empresas se preocuparem em ter um plano de contingência, para tomar atitudes mais assertivas e eficientes ao enfrentar riscos inesperados. De forma geral, há cinco critérios básicos para um plano de gestão de risco:

Identificação: mapeamento e compreensão dos riscos;
Análise do risco: definição do peso de cada risco e a probabilidade de ocorrência;
Análise dos dados: avaliação dos impactos e dos efeitos causados pelos riscos;
Plano de respostas: definição das ações, em caso de ocorrência da ameaça, para minimizar os efeitos;
Monitoramento: acompanhamento dos processos de prevenção, para garantir que sejam sempre executados.

Nas organizações com padrões maduros de gestão, esses itens são analisados criteriosamente, de preferência desde as fases iniciais dos projetos. Entretanto, até para os mais hábeis com essa metodologia a vida anda longe de estar tranquila e ordenada. Deslocamento em massa para o home office; maior dependência dos canais digitais; redefinição de prioridades comerciais e tantas outras mudanças ocorrem em um curto espaço de tempo. Pode não ser fácil adaptar a análise sistemática desse passo a passo da Gestão de Riscos, diante da urgência das entregas e o ímpeto de manter o negócio rodando. Seria, contudo, o pior momento de deixar essa disciplina em desuso. Pelo contrário, muitos líderes de TI já aprendem a olhar esses itens em contextos de pressa e incertezas.

Mudanças de comportamentos e cibersegurança
É evidente que quando milhões de empregados se afastam de suas redes locais e os pen drives e uploads se tornam o grande “plano de contingência”, ou se habilitam apressadamente acessos remotos, o noticiário criminal sobre incidentes de vazamentos e ransomware ganha assunto. Nas organizações já preparadas com mecanismos de segurança de dados, segurança em nuvem e outros recursos de governança digital, a transição se dá de forma mais profissional, com muita pressão, mas sem tanto susto. Ainda assim, os desafios vão além do quantitativo, do volume de acessos, endpoints e postos de trabalho remotos a serem suportados. As pessoas estão trabalhando de forma diferente.

Nas conversas sobre Gestão de Riscos e cibersegurança com CIOs e CISOs, a pauta sobre tecnologia e enfrentamento a ameaças continua relevante, embora não seja mais o eixo. As inquietações e dúvidas sobre o “novo normal” têm mais a ver com produtividade, motivação, e alinhamento das pessoas. Essas questões afetam e são fortemente afetadas pela cibersegurança.

Em meio a tantas adversidades, a conjuntura acentuou a racionalidade da vida digital. Em vez de “presentes”, as pessoas estão “disponíveis”. Reuniões que antes eram postergadas ou atrasavam agora ocorrem imediata e pontualmente. Com a percepção simultânea tanto dos benefícios quanto da certeza de que são transformações inevitáveis, os stake holders (sócios, funcionários, clientes etc.) querem “mergulhar de cabeça” no digital.

Ao mesmo tempo, em muitos casos, projetos que buscam grandes oportunidades dão lugar a iniciativas que procuram alguma chance. Ou seja, diante da necessidade de gerar caixa, compensar áreas estranguladas de geração de receita, ou preservar o próprio emprego, o pessoal é criativo para a oferta de facilidades, serviços e outras inovações. O papel da Gestão de Risco é agregar boa informação a todo esse entusiasmo; prever tudo que tem que dar certo e o que fazer se der errado.

Tempos desafiadores impõem disciplina e agilidade na gestão de riscos

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