Operação apura esquema de fraude em certificados escolares em Porto Velho

Por G1 RO — Porto Velho

 


Operação foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (5) pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da Polícia Civil.  — Foto: Toni Francis/G1

Operação foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (5) pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da Polícia Civil. — Foto: Toni Francis/G1

Uma operação para investigar fraudes de certificados escolares em Porto Velho foi deflagrada pela Polícia Civil (PC-RO) na manhã desta sexta-feira (5). Conforme a corporação, o grupo criminoso falsificava assinaturas de históricos e diplomas do ensino médio. Até o momento, ninguém foi preso.

Ao todo, foram 10 mandados de busca e apreensão, três de proibição de acesso a determinados locais e um afastamento da função pública.

Agora, o próximo passo da apuração policial é saber o número oficial de pessoas beneficiadas pelo esquema ilegal.

Mais de 30 policiais, entre delegados, agentes e escrivães, se envolveram na operação, denominada Vida Espúria. A ação também teve apoio do Grupo de Operações Táticas Especiais (Gote).

Operação da Polícia Civil investiga fraude em certificados escolares
Jornal de Rondônia 1a Edição
Operação da Polícia Civil investiga fraude em certificados escolares

Operação da Polícia Civil investiga fraude em certificados escolares

Início das investigações

De acordo com a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da PC-RO, a fraude foi descoberta após uma denúncia anônima.

O denunciante disse que servidores da Escola Estadual Maria Carmosina Pingeiro, localizada na Zona Leste da capital, estariam praticando comércio de históricos escolares.

Segundo as investigações preliminares da Draco, presidiários estariam sendo beneficiados com o esquema fraldoso, já que documentos falsos estariam sendo usados à progressão de regime e outros benefícios a privados de liberdade.

Suamy Otto, delegado à frente da ação, afirmou que os certificados eram feitos com documentos oficiais. Entretanto, as assinaturas e informações eram falsificadas.

Os crimes atribuídos aos investigados na operação são de falsificação de documentos públicos e falsidade ideológica, bem como inserção de dados falsos em sistema de informações. A direção da Escola citada na operação não quis comentar a fraude.

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