Operação do MP do Paraná prende Beto Richa por suspeita de fraude em estradas

Além do ex-governador tucano do Paraná, que é candidato ao Senado, foram presos preventivamente outras 14 pessoas ligadas por fraudes no programa Patrulhas do Campo, destinado a manutenção de estradas no interior
por Redação RBA publicado 11/09/2018 09h52, última modificação 11/09/2018 09h52
MARCELO CAMARGO/ AGÊNCIA BRASIL
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Segundo o Gaeco, licitações do programa Patrulhas do Campo eram fraudadas em troca de propina para grupo de Richa

São Paulo – O ex-governador do Paraná e candidato ao Senado Beto Richa (PSDB) foi preso nesta terça-feira (11) em operação coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado (MP-PR). Além de Richa, também foram detidos sua esposa, Fernanda Richa, e o seu ex-chefe de gabinete Deonilson Roldo.

As prisões são temporárias, e atingem outras 12 pessoas ligadas a Richa. Eles são suspeitos de fraudar um programa de recuperação e abertura de estradas no interior do Paraná. Segundo o promotor do caso, a fraude ocorria com licitação dirigida para a realização dos serviços, mediante o pagamento de propina. O Gaeco também investiga suspeitas de lavagem de dinheiro.

Também nesta terça-feira (11), o ex-governador também foi alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Federal (PF), em mais uma fase da Lava Jato. Batizada de operação Piloto, codinome atribuído à Richa na planilha da Odebrecht, os policiais federais cumpriram mandado de busca e apreensão em sua residência, mas a sua prisão provisória, da sua mulher e assessores não têm relação com a Lava Jato.

Operação do MP do Paraná prende Beto Richa por suspeita de fraude em estradas

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