Operação prende quadrilha suspeita de roubos de carga que causou prejuízo de mais de R$ 3,5 milhões

Nove mandados de prisão foram cumpridos em Curitiba, em Maringá – que fica no norte do Paraná – e em Porto Belo (SC).


Por G1 PR, Curitiba

 

Nove pessoas foram presas

Nove pessoas foram presas

 

Uma quadrilha suspeita de envolvimento em roubos de carga foi presa entre terça (21) e esta quarta-feira (22). A organização agia em Curitiba e na Região Metropolitana.

De acordo com a Polícia Civil, a operação prendeu nove pessoas. O prejuízo causado pelos roubos foi de mais de R$ 3,5 milhões, segundo a polícia.

Onde as prisões foram efetuadas

Os mandados de prisão foram cumpridos em Curitiba, em Maringá – que fica no norte do Paraná – e em Porto Belo (SC).

Sete dos nove suspeitos estavam na capital paranaense quando foram detidos. As prisões são preventivas, ou seja, por tempo indeterminado.

Os suspeitos praticaram, conforme a polícia, pelo menos, sete roubos em dois meses.

Todos os presos são homens e têm entre 18 e 51 anos. O G1 tenta localizar os advogados deles.

As cargas roubadas eram refrigeradas, para o transporte de carnes e derivados. Parte das cargas foi desviada para Santa Catarina, de acordo com a Polícia Civil.

Nove suspeitos foram presos entre terça-feira (21) e esta quarta (22) (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Nove suspeitos foram presos entre terça-feira (21) e esta quarta (22) (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

O que foi apreendido

Durante a operação, os policiais apreenderam seis carros, um caminhão com câmara frigorífica e uma motocicleta.

Também foram apreendidos um revólver e um aparelho usado para bloquear o sinal rastreador de veículos.

Prejuízo para a população

Para o delegado-operacional da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR), André Feltes, a quadrilha era organizada e cada membro tinha uma função específica.

Os chefes da organização, segundo o delegado, acompanhavam o esquema à distância e eram os responsáveis em vender as mercadorias roubadas para receptores.

O delegado-chefe da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), Alexandre Macorin, disse que a atuação da quadrilha implica no prejuízo das transportadoras, mas também da população, que acaba pagando mais caro no produto final, devido às perdas causadas pelos roubos e pelos investimentos que se tornam necessários em segurança.

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