Saiba avaliar o risco de protestos e mudanças sociais

Ondas de manifestações, protestos violentos e greves sem liderança clara estão se tornando cada vez mais comuns em diferentes nações e também no Brasil. Eles são considerados riscos emergentes e podem afastar clientes, interromper cadeias de fornecimento e até gerar saques e destruição de patrimônio.

Segundo o analista Nelson Ricardo Fernandes da Silva, do Portal da Gestão de Riscos, esse tipo de cenário é incontrolável. O papel do gestor de risco é entender o mecanismo que provoca esse tipo de fenômeno. Ele pode fazer isso comprando análises de cenário ou se especializando no tema.
Ao identificar as principais tendências, o analista deve estudar como as mudanças vão impactar os negócios de sua empresa e tomar medidas para diminuir o risco.

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A analista lembra ainda que é importante entender que cada vez mais esses protestos vão surgir sem lideranças e de forma praticamente espontânea partindo de membros da população.

Um exemplo disso foi a greve dos caminhoneiros de 2018, que de forma inesperada interrompeu cadeias de abastecimento e distribuição trazendo prejuízos inéditos para diversos segmentos do mercado.

Nesse contexto as empresas devem se conscientizar também que as medidas de proteção de lojas e estabelecimentos podem ir até certo ponto. Além dele, só o Estado pode tomar medidas.

Veja a análise completa no vídeo acima.

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